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Social

Amizade, conexões e solidão, pelo que a pesquisa encontrou.

Etapa 1 · conquista aos 2 dias em Social, no Evolus Pro

O trem de Chicago e a conversa que ninguém queria puxar

Pesquisadores pediram a passageiros que fizessem o trajeto de sempre — uns em silêncio, outros conversando com um desconhecido.

Erramos a previsão, não a experiência

Quem conversou avaliou a viagem como significativamente melhor. E aqui está o achado: antes de começar, quase todos previam o contrário — achavam que o outro não ia querer papo e que o silêncio seria mais agradável. Epley e Schroeder chamaram isso de buscar solidão por engano. A previsão é ruim; a experiência, não.

As pessoas subestimam sistematicamente o interesse dos outros em se conectar.Epley & Schroeder, Journal of Experimental Psychology, 2014

Para ir além

  • Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas — Dale Carnegiepuxar conversa com um desconhecido, como no trem de Chicago
  • Baralho de perguntas para conversao empurrão para a conversa que ninguém quer puxar
  • Garrafa térmica para caféo café para oferecer a quem está perto

Etapa 2 · conquista aos 5 dias em Social, no Evolus Pro

Cento e cinquenta, e o tamanho do seu córtex

Existe um teto para quantas pessoas você consegue manter como relação de verdade, e ele não é um número redondo por acaso.

Do macaco à aldeia

Robin Dunbar comparou o tamanho do neocórtex de primatas com o tamanho dos grupos em que vivem e extrapolou para o humano: cerca de 150. Depois foi conferir e achou o mesmo número em aldeias neolíticas, unidades militares e listas de cartão de Natal. Dentro dele há camadas — umas cinco pessoas realmente próximas, quinze de confiança.

O tamanho do grupo é limitado pela capacidade de processar informação social.Robin Dunbar, hipótese do cérebro social

Para ir além

  • Agenda de contatoscuidar das cinco pessoas mais próximas
  • Cartões de aniversáriomanter as camadas de relação vivas
  • Porta-retratosas pessoas próximas à vista

Etapa 3 · conquista aos 10 dias em Social, no Evolus Pro

A força dos laços fracos

Quando alguém consegue um emprego por indicação, a indicação quase nunca vem de um amigo próximo.

Boston, 1973

Mark Granovetter entrevistou profissionais que tinham mudado de trabalho e descobriu que a maioria soube da vaga por conhecidos distantes — gente que via raramente. A razão é simples: seus amigos próximos convivem com as mesmas pessoas que você e sabem das mesmas coisas. O conhecido de longe é quem traz informação nova.

Aqueles com quem estamos fracamente ligados têm mais chance de circular em outros círculos.Mark Granovetter, The Strength of Weak Ties, 1973

Para ir além

  • O Poder das Conexões — Nicholas Christakis e James Fowlersobre redes e laços fracos — o tema do artigo
  • Cartões de visita personalizadosos laços fracos começam num contato trocado
  • Caneta de qualidadeanotar o nome de quem se acabou de conhecer

Etapa 4 · conquista aos 25 dias em Social, no Evolus Pro

A alegria viaja até três graus de distância

O amigo do amigo do seu amigo pode mexer no seu humor — e vocês nunca se viram.

Framingham, décadas de dados

Christakis e Fowler aproveitaram um estudo de saúde que acompanhava uma cidade inteira há gerações e mapearam quem conhecia quem. Encontraram bem-estar se propagando pela rede até o terceiro grau, com efeito decrescente a cada salto. O mesmo padrão apareceu para hábitos. Com quem você anda não é conselho de mãe: é epidemiologia.

A felicidade das pessoas depende da felicidade daquelas a quem estão conectadas.Christakis & Fowler, BMJ, 2008

Para ir além

  • Jogo de tabuleiro cooperativoo bem-estar que se espalha pela roda
  • Kit de jogos de cartasjuntar gente sem pauta
  • Caixa de som portátilo encontro que espalha alegria

Etapa 5 · conquista aos 45 dias em Social, no Evolus Pro

A solidão pesa na conta como fator de risco

Não é força de expressão: o efeito das relações sociais sobre a mortalidade foi medido e comparado com os fatores clássicos.

148 estudos, 308 mil pessoas

A meta-análise de Julianne Holt-Lunstad encontrou 50% mais chance de sobrevivência entre quem tinha relações sociais mais fortes — magnitude comparável à de parar de fumar, e maior que a de obesidade e sedentarismo. Amizade não é o que sobra do tempo depois da saúde. Ela é parte da conta.

As relações sociais influenciam o risco de mortalidade tanto quanto fatores de risco já consagrados.Holt-Lunstad et al., PLoS Medicine, 2010

Para ir além

  • Juntos — Vivek Murthysobre a solidão como questão de saúde — o achado do artigo
  • Jogo de xícarasreceber em casa, que é o antídoto do artigo
  • Kit de papel de cartaescrever para quem está longe

Etapa 6 · conquista aos 75 dias em Social, no Evolus Pro

Duzentas horas para um amigo próximo

Amizade tem preço em horas, e alguém foi medir quantas são. O número surpreende menos do que o que ele exclui.

50, 90, 200

Jeffrey Hall acompanhou pessoas formando vínculos novos: cerca de 50 horas juntos para virar conhecido de convívio, 90 para virar amigo, mais de 200 para amigo próximo. E aqui está o detalhe que explica a vida adulta — horas de trabalho compartilhado contam bem menos que horas de conversa à toa. É preciso tempo sem pauta, e é justamente esse que ninguém agenda.

São necessárias mais de 200 horas juntos para alguém se tornar um amigo próximo.Jeffrey Hall, Journal of Social and Personal Relationships, 2019

Para ir além

  • As Cinco Linguagens do Amor — Gary Chapmano tempo sem pauta é uma das linguagens do livro
  • Jogo de dominóhoras de conversa à toa, como o artigo pede
  • Rede de descansoo tempo junto que ninguém agenda
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